A delegada Maria Corsato detalhou a busca e apreensão na casa de Deolane. A policial falou sobre a operação e afirmou que os itens encontrados eram falsos. O relato reacende a polêmica em torno da influenciadora.
Deolane e a operação
Maria Corsato contou que tentou preservar a filha de Deolane durante a ação. Segundo ela, a ideia era evitar exposição desnecessária. A delegada disse que a equipe entrou em outro cômodo primeiro. Depois, pediu que a criança fosse levada para outro lugar.
A fala foi feita no podcast Café com Pires, comandado por Léo Pires. No programa, ela relembrou detalhes da diligência. Além disso, explicou que seguiu a ordem judicial durante toda a operação. O caso voltou a ganhar repercussão com esse depoimento.
Segundo a delegada, a ação ocorreu de forma organizada. Ela afirmou que tudo foi filmado e registrado. Também disse que Deolane assinou o que precisava assinar. O relato buscou mostrar como a busca aconteceu.
“Tudo falso”, diz delegada
Um dos trechos mais fortes da entrevista foi direto. Maria Corsato afirmou: “Não tinha nada, não tinha dinheiro. O que ela tinha de relógio e joia era tudo falso.” A declaração chamou atenção pela forma categórica. Segundo ela, mesmo assim, os itens foram recolhidos.
A delegada também relatou que havia um computador pequeno e o celular de Deolane. Esses aparelhos foram levados durante a operação. Corsato disse que nada foi retirado da família. A equipe teria recolhido apenas os objetos vinculados à medida.
Ela contou ainda que os bens foram colocados sobre a mesa da sala. Tudo teria sido registrado em vídeo. Depois disso, outro mandado foi cumprido, e os carros também foram trazidos. A policial reforçou que seguiu os procedimentos formais.
Reação da defesa
A advogada de Deolane também apareceu no relato da delegada. Maria Corsato disse que encontrou Adélia Soares na delegacia. Segundo ela, a defesa questionou o cumprimento do mandado. A delegada respondeu que havia ordem judicial.
Corsato explicou que o mandado saiu de São Paulo. Depois, disse que enviou o documento para o juiz de Barueri. Segundo ela, o juiz deu o “cumpra-se” por e-mail. A advogada teria argumentado que isso não bastava.
Na versão da delegada, a discussão continuou por horas. Ela afirmou que a advogada ficou três horas diante dela. Depois, Corsato disse que precisou seguir com o trabalho. No fim, a defesa perguntou sobre a devolução de um carro.
O que a delegada disse
A fala de Maria Corsato também abordou o andamento da operação. Ela disse que não tinha data para devolver o carro. Segundo a policial, esse tipo de decisão depende do juiz. Por isso, afirmou que o pedido deveria ser feito formalmente.
A delegada também comentou o comportamento da advogada. Em tom firme, disse que respeita a advocacia. Mesmo assim, deixou claro que precisava continuar os procedimentos. O depoimento reforçou o clima tenso ao redor do caso.
Deolane segue no centro das atenções desde a nova prisão. Agora, o relato da delegada acrescenta novos detalhes à história. O caso segue cercado de repercussão, versões e disputas jurídicas. E ainda deve render novos capítulos.

